Fanboyemmynho – 04/10 a 10/10/2015

Cheguei ao fim da primeira semana pós renascimento do blog, então vamos ao que interessa: o que eu achei melhor na semana. Tem algumas coisas que vão ser mencionadas aqui que não tiveram review por simples motivos de: falta de tempo. Quando comecei a postar, já tinha visto o episódio final da temporada de Fear The Walking Dead. E sobre The Leftovers, pretendo fazer um combo review dos dois primeiros, porque ainda estou em dúvida quanto às novidades. Mas ok, vamos lá.

(e, sim, o nome Fanboyemmynho é para indicar que teremos um Fanboyemmy no fim do ano)

MELHOR ATUAÇÃO

Joshua Jackson as Cole in The Affair (season 2, episode 2). - Photo: Mark Schafer/SHOWTIME - Photo ID: TheAffair_202_4434
Mark Schafer/SHOWTIME

Joshua Jackson como Cole em “202” – The Affair (ver review)

Fiquei muito em dúvida, mas o Joshua acabou levando a melhor simplesmente por interpretar duas variações do mesmo personagem. É até difícil relacionar o Cole bonitão e ameaçador da visão de Alison com o Cole destruído, maltratado e magoado da própria versão. Eu tendo a valorizar as sutilezas na atuação mais do que os grandes momentos de gritaria e explosão, e aquele olhar do Cole no fim de “202” foi decisivo.

Menções honrosas:

Kim Dickens como Madison Clark em “The Good Man” – Fear The Walking Dead

Kim para mim fica em segundo lugar. Durante toda a temporada de Fear The Walking Dead eu fiquei com as impressões mais fortes em relação a Madison. A personagem forte, mas humana, e que teve o melhor desenvolvimento deu espaço para a atriz mostrar uma variedade grande – e, novamente, sutilezas – e ainda nos brindou com a cena excelente com Liza na praia.

Iain de Caestecker como Fitz em “Purpose in the Machine” – Agents of SHIELD (ver review)

Embora o momento “Emmy-worthy” dele tenha sido no episódio anterior, Fitz continuou em destaque no segundo episódio da temporada de Agents of SHIELD e o Iain protagonizou minha cena preferida da semana num resgate que me deixou a ponto de gritar enquanto assistia. É impossível não acreditar no personagem, e isso conta muito.

Jasmin Savoy Brown como Evie Murphy em “Axis Mundi” – The Leftovers

“Who?”, muitos vão dizer. The Leftovers começou com um episódio focado em uma nova família, e eu sinceramente não pesquisei para saber se isso é definitivo. Nem importa aqui. O que importa é que, de todos os membros da família Murphy, foi a filha, Evie, que se destacou com uma atuação absolutamente natural e encantadora. Foi impossível não gostar imediatamente da garota e obviamente isso tornou o final do episódio muito mais doloroso.

Cush Jumbo como Lucca Quinn em “Bond” – The Good Wife (ver review)

Eu sei, nós vimos muito pouco dela. Mas foram alguns momentos que fizeram Cush se destacar: a princípio ela parece quase antagônica, para depois ir se abrindo para Alicia e finalizar com um momento excelente no tribunal. Claro que o fator novidade conta, ainda mais num elenco fixo como o de The Good Wife, que mudou muito pouco desde o início da série.

MELHOR EPISÓDIO

Agents-of-SHIELD-Purpose-in-the-Machine-Leo-Fitz[1]

“Purpose in the Machine” – Agents of SHIELD

Mais uma vez, para mim, foi quase um empate. Agents of SHIELD me fez ficar na pontinha do banco do ônibus (quem assiste séries no transporte público? Euzinho), roendo as unhas, e chegar no trabalho com uma sensação de que tinha assistido um dos melhores momentos da televisão no ano. Tudo foi excelente, desde a tal cena do resgate (que eu jurava que ia terminar muito, muito mal) até a volta de Ward como um vilão completo. Esse episódio vai ficar na minha cabeça assim como “FZZT” na primeira temporada e “What They Become” na segunda.

Menções honrosas:

“The Good Man” – Fear The Walking Dead

Falem o que quiserem, para mim Fear The Walking Dead teve uma primeira temporada excelente e fez exatamente o que a série se propõe. Foi um drama tenso, maduro e pesado sobre pessoas sobrevivendo ao impensável e as “burrices” dos personagens são totalmente justificáveis. Pelos comentários que eu andei lendo, sou minoria, mas gosto muito de todos os personagens ali, e com um elenco tão empático e forte (até dos adolescentes eu gosto muito), fica impossível não amar a série e torcer por essas pessoas – e sofrer com as mortes deles, me fazendo lembrar da fala metalinguística em Scream a respeito dessa tática das séries atuais de nos fazer amar alguém só pra matar de maneira sádica. O fim da temporada trouxe tudo que a série precisa: zumbis, drama humano com um baita desenvolvimento de personagens (sempre de maneira orgânica) e atuações que nos fizeram acreditar em tudo isso.

“Axis Mundi” – The Leftovers

Como eu disse acima, eu estou esperando o segundo episódio da temporada de The Leftovers para decidir o que achei do primeiro de maneira mais definitiva. De qualquer maneira, achei excelente a apresentação da cidade de Jarden, com destaque para a excelente introdução do episódio e a introdução de um grupo grande de personagens negros (convenhamos que a série precisava MUITO disso).

“202” – The Affair

Talvez se eu fosse escolher os dois melhores episódios de retorno do ano, “201” e “202” estariam no topo. Mas sozinho, o segundo episódio foi muito, muito bom, e deixou claro que a dinâmica entre os personagens só se tornou mais complexa com a introdução dos novos pontos de vista. Enquanto a versão de Alison deixa um gostinho amargo, a de Cole dá um tom quase de esperança, só para finalizar com um daqueles olhares tãp significativos que dispensa palavras.

AND THAT’S IT. Nessa semana teremos a volta de The Walking Dead, então não se surpreendam caso a série domine isso aqui na semana que vem.

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